sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

A cada intervalo do tempo,
Os sonhos se renovam,
A cidade está em silêncio...
Já não há medo?
Só pecado!
Além dos sonhos inacabados,
Algares contempla-se a esperança,
E mesmo que uma lágrima me alcance,
O divino estará nas entrelinhas do firmamento,
Onde de instante em instante,

Meus olhos suplicam!
Pois quanto mais se aproxima o fim dos tempos,
Mais eloquente fico em meus princípios...

Jeandro Cabral

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